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História da Revista Playboy

24/05/2011


Em 1953, o americano Hugh Hefner, na época diretor de circulação da revista Children’s Activities, acreditava que havia mercado para uma revista direcionada aos jovens adultos, no entanto as publicações masculinas eram sobre caçadas, armas, carros, etc, ignorando por completo um tema que mais preocupava os homens: mulheres! Foi então que, com apenas 27 anos, teve uma idéia que mudaria sua vida e revolucionaria o mercado de revistas….

Hefner pagou 500 dólares pelos direitos das fotos que Marilyn Monroe tirou para um calendário no início de sua carreira e pegou dinheiro emprestado com amigos e parentes para criar uma revista. O nome seria Stag Party (farra) e o símbolo, acreditem, um veado fumando à espera de uma companhia feminina. Contudo, na véspera do lançamento, Hefner descobre que havia uma publicação com esse nome, e após ter pensado em outros nomes como Top Hat, Bachelor, Gentlemen…,um amigo lhe sugeriu Playboy, nome de uma fábrica de carros falida. Então, com o nome definido, solicitou ao desenhista e diretor de arte da revista, Arthur Paul que criasse um novo mascote. A partir daí, o coelho apareceu na capa de todos os exemplares da Playboy, exceto na primeira revista (imagem acima), esta que em 1953 teria vendido 54.175 exemplares dos 69.500 publicados.


A edição de maior sucesso foi lançada em novembro de 1972, vendendo mais de 7 milhões de exemplares.

A Playboy já tem 58 anos e durantes todos esses anos várias beldades já estiveram estampadas nas capas da revista: Brigitte Bardot (1958), Ursula Andress (1965), Nastassja Kinski (1979), Cindy Crawford (1988), Sharon Stone (1990), Drew Barrymore (1995), Denise Richards (2004) e muito, mas muito mais….

















Censura da Playboy pelo mundo

Em várias partes da Ásia, como a China, Coréia do Sul, Índia, Malásia, Tailândia, Taiwan, Cingapura e Brunei, a venda e distribuição da revista Playboy é proibida. Em adição a essa lista de países, a revista também é banida em quase todos os países muçulmanos da Ásia e da África. No entanto, a revista é vendida em Hong Kong. O Japão possui uma edição própria da revista, mas é proibido que as modelos mostrem sua região púbica nas fotos.

Segundo o Código Penal Brasileiro, a fabricação de revistas com material obsceno com finalidades comerciais é proibida, de acordo com o artigo 234. No entanto, tal dispositivo legal não é aplicado na prática.

Uma edição indonésia da revista foi lançada em março de 2006, mas a controvérsia foi causada antes mesmo da publicação da primeira edição. A editora garante que o conteúdo da edição indonésia será diferente do conteúdo da edição norte-americana, mas mesmo assim o governo está tentando banir a revista do país usando leis antipornográficas, mas está sendo uma tarefa difícil, já que ao governo daquele país é proibido censurar qualquer forma de mídia.

Em 1986, a rede norte-americana de lojas de conveniência 7-Eleven baniu a revista de suas lojas. Em 2003, a Playboy voltou a ser comercializada nas lojas de tal rede.

Em várias comunidades pequenas dos Estados Unidos a Playboy não é vendida nas lojas. Em outras comunidades, é vendida apenas em lojas de bebidas. Em comunidades onde a venda de bebidas alcoólicas é proibida, a venda de Playboy também costuma ser.

A Playboy não é vendida no estado de Queensland, Austrália. Aparentemente, toda a versão australiana da revista é separada por estados.

A edição em braille da Playboy americana (que contém só reportagens) também quase foi proibida de circular.

A Playboy portuguesa agora não é mais vendida porque a capa de uma das edições tinha a imagem de Jesus Cristo

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